segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Pequeno-almoço de Rei.



     “Tomar sempre um verdadeiro pequeno-almoço, completo, variado equilibrado”, por Emílio Peres

     Embora o seu nome “pequeno-almoço” esta refeição é sem duvida a mais importante do dia.Não pequeno-almoço, mas sim “primeiro almoço”, este deverá fornecer ao organismo 20- 25% da energia total diária. Esta refeição funciona como um “carregador de energia”, que quebra o jejum noturno, fornecendo também energia para o novo dia que se segue.
   Um pequeno-almoço equilibrado reduz um terço da probabilidade de obesidade e consequentemente diminuição de colesterol o que implica um menor risco de problemas cardiovasculares. Além disso evita a ingestão alimentar excessiva nas refeições seguintes, dores de cabeça, hipoglicemias e mesmo indisposição.

               Por isso, um bom pequeno-almoço deve conter:
- Leite e derivados: fornecem-nos cálcio, proteínas e vitaminas;
-Cereais e derivados: são fornecedores de açúcares que nos dão energia.Fornecem-nos também proteínas vegetais, ferro, vitaminas e fibras.
- Fruta ou sumo de fruta natural: é rica em vitaminas, beta-carotenos e fibras. 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Sopa Amarela






     Depois de umas férias prolongadas voltamos com o que a vida tem de melhor: os doces. Numa pausa depois do almoço descobrimos, em Campo de Ourique, a Sopa Amarela. Acolhedor, não se fica só pelo aspecto. Provámos as sobremesas e ficámos apaixonados. O bolo de chocolate, de bolacha, a tarte de limão merengada, as raspas de Maria Maluca com gelado de baunilha e a tarte de amêndoa caramelizada foram um mimo para este dia de chuva. Certamente um sítio onde o We Love Food vai querer voltar muitas vezes. Da próxima vez vamos provar os pratos salgados e logo vos contaremos como foi.

     Se entretanto ficaram muito curiosos podem saber mais Sopa Amarela

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A comida e os desamores




Das poucas vezes que perdi o apetite na vida foi por causa do amor. Ai o amor a quanto obriga... O amor tem este lado malvado, bruto e descontrolado. O que parece ser uma bênção transforma-se em maldição. Sacode-nos as entranhas e dá-nos a volta às artérias até ficarem do avesso. É capaz de nos fazer ficar com um pé para a cova num abrir e fechar de olhos. E quando acordamos já aconteceu tudo e perguntamos "em que parte devia ter tomado as rédeas?". Pior. Se há coisa que não lhe perdoo é deixar-me sem vontade de comer. 
Não gosto de fazer sala à mesa. Em pequena nunca fui de ficar horas a ruminar e a torrar a paciência de quem me levava a colher à boca. Achava chato fazer alguém esperar. Era sempre aquela que depois de limpar o prato ainda pedia para repetir. O parte má de tudo isto tudo é que depois cresci e a coisa descambou. 
Descobri uma espécie de amor na altura da adolescência e consequentemente a falta de apetite na hora do aperto. Ora eram as borboletas que decidiam montar o acampamento dentro do meu estômago numa tentativa de se dar a metamorfese ali mesmo, ora eram as decepções amorosas que acabavam por me dar cabo do sistema durante uma dúzia de meses.
Eis que depois voltei a crescer mais um bocadinho e cheguei à idade da plenitude (ou quase). Agora no auge dos vinte e quatro anos. Está-se bem assim. Para além de descobrir um sem fim de iguarias nacionais que passam a vida a dar palmadinhas no meu colesterol, refinou-se o meu gosto por pratos internacionais. No top cinco estão: o Sushi (Japão); Paella à Valenciana (Espanha); Chicken Tikka Masala (Índia). Pizzas e massas (Itália). Pita Shoarma (Israel). 
Agora a conversa é outra. Amores superados e promessas feitas a pés juntos - de que nunca mais volto a perder a fome tão facilmente -, mudaram o rumo da minha história. Agora só faço braço de ferro com a comida quando se trata de uma entrevista de emprego. Aí não há volta a dar, o estômago fica do tamanho de uma ervilha na hora da pressão e só volta ao tamanho de uma couve-flor quando sinto que o pior já passou. Comprime. Descomprime. E a coisa lá vai andando. Ninguém disse que crescer era fácil, nunca me venderam a ideia de que isto seria pêra doce. Existe o amargo, o salgado, doce, o azedo, o sem gosto, o apimentado e por aí adiante. Cabe-nos a nós escolher o sabor que queremos dar à nossa vida. Eu já escolhi. Quero doce para sempre!

Texto: Mafalda Ramos
Fotografia: Cátia Matias

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Creme de Courgette com queijinhos A Vaca que Ri‏




Hoje deixamos mais uma ideia deliciosa - Sopa de Courgette com queijinhos A Vaca que ri.

Ingredientes:
2 courgettes grandes
2 queijinhos Vaca que ri
Sal
Azeite

Preparação
Descasque as courgettes, mas deixe algumas partes de casca. Parta-as em pedaços pequenos e leve a cozer em água. Acrescente um fio de azeite e sal a gosto. Quando estiverem bem cozidas, acrescente os queijinhos e desfaça com a varinha mágica. O resultado é um creme delicioso e leve. Bom apetite!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Escolha para beber# 3 - por Pedro Rafael Barata



Conde d'Ervideira Reserva 2010 (Branco).

Ideal para acompanhar estas maravilhosas lulas grelhadas com legumes. 


Região:  DOC Alentejo
Castas: Antão Vaz
Produtor: Ribeira da Ervideira, Lda
Preço: Entre 10€ e 12.5€
Álcool: 14% 
Enólogo: Paulo Laureano
Notas de prova: Cor amarela pálida com ligeiro recorte esverdeado, o nariz mostra-se bem vivo e elegante, revelando-se bem preenchido por aromas de fruta madura, tosta fina e um leve toque mineral, na boca é volumoso, estruturado e com boa dose de fruta tropical, sugestões minerais e um leve toque fumado e tostado, que confere complexidade ao conjunto, tem um final prolongado e persistente.
Classificação de Pedro Rafael Barata: 16 valores



quarta-feira, 25 de julho de 2012

Escolha para beber# 2 - por Pedro Rafael Barata‏




Altano Quinta do Ataíde Reserva 2008 (Tinto)

Ideal para acompanhar este maravilhoso lombo de porco com alheira transmontana num jantar de amigos.


Região: DOC Douro
Castas: Touriga Nacional
Produtor: Symigton Family Estates, Vinhos, Lda
Preço: entre 7.50 euros e 10 euros
Álcool: 14% 
Enólogo: Charles Symigton e Pedro Correia 
Notas de prova: Cor carregada no centro e auréola violeta, o nariz revela-se exuberante e perfumado, rico em aromas frescos de notas florais, frutos pretos e silvestres, uma delicada sugestão de menta e ainda suaves sugestões de especiarias e barrica, na boca é um vinho estruturado, com bom volume e um paladar cheio de fruta e especiarias, mas também algum chocolate e ainda uma certa mineralidade, conta com uns taninos redondos e termina bem prolongado e resistente.
Classificação de Pedro Rafael Barata: 16,5 valores


Saiba mais em: http://osvinhos.blogspot.pt/ 



segunda-feira, 23 de julho de 2012

Azeite q.b - um cantinho transmontano onde o azeite é rei




O restaurante Azeite q.b é o novo cantinho transmontano "plantado" por transmontanos na cidade das sete colinas. Lisboa acolhe o melhor que se cozinha em Trás-os-Montes e para a receita ser perfeita só faltam vocês no Azeite q.b. Ora para lhe despertar, ainda mais, a gula saiba e veja algumas das coisas que pode degustar.

Polvo à lagareiro regado com o melhor azeite
Alheiras
Lombo de porco recheado com alheiras
Bacalhau assado na brasa com batatinhas a murro
Posta e picanha

(fotos) com as respectivas legendas

Mas não ficamos por aqui. Agora tem a oportunidade de fazer com que a sua primeira visita a este cantinho do céu seja uma oferta. Para isso, basta participar no passatempo Azeite q.b by We Love Food

Saiba mais aqui, como participar:

Boas aventuras gastronómicas