quinta-feira, 19 de julho de 2012

Escolha para beber# 1 - por Pedro Rafael Barata‏


Soalheiro Alvarinho (2010) Branco

Ideal para acompanhar este maravilhoso sushi num jantar de amigos.


Região: DOC Vinhos Verdes
Castas: Alvarinho
Produtor: Quinta de Soalheiro
Preço: entre 7.50 euros e 10 euros
Enólogo: António Luís Cerdeira
Notas de prova: Cor citrina e nariz muito fresco e bem preenchido por aromas cítricos, alguma fruta madura e ligeiro toque vegetal, num fundo mineral muito elegante, na boca é um vinho sedutor, fresco e muito equilibrado, onde a fruta domina um conjunto também mineral e algo especiado, o final é longo e persistente.
Classificação de Pedro Rafael Barata: 17 valores


Saiba mais em: http://osvinhos.blogspot.pt/ 




terça-feira, 17 de julho de 2012

Conheça melhor o Restaurante Azeite q.b‏



Há quatro meses que todos os dias o Azeite q.b. abre as portas na rua 1º de Maio, em Alcântara, e desafia o pecado da gula a provar os pratos com sabor a Trás-os-Montes. Bafejados pelos ares do norte e rendidos a esta espécie de comida da avó não há quem saia de lá zangado com a vida. Prazer é palavra de ordem. Degustar é imperativo. Índice de satisfação máximo é promessa garantida. Ir ao Azeite q.b. é uma viagem perto-longe que nos faz apurar os sentidos. O Azeite é o rei dos ingredientes. É a base de todos os pratos que acabam por desfilar e ouvir aplausos calorosos no final.
Não vos podemos desvendar tudo, mas podemos levantar a pontinha do véu. Bacalhau no pão em cama de grelos q.b.; polvo à lagareiro; espetada mista q.b. e muitos produtos regionais à mistura. Parece-vos bem?

Este cantinho abafado pela imensidão de Lisboa guarda os mistérios de Trás-os-Montes a sete chaves. Venha descobri-los, nós damos uma ajudinha!



PASSATEMPO Azeite q.b. by We Love Food

O que é que têm de fazer para ganharem um jantar com sabor a Trás-os-Montes no “Azeite q.b”? É simples!
Até dia 29 de Julho partilhem no nosso mural uma frase com as palavras Azeite q.b + We Love Food + Dieta Mediterrânea.

Partilhem com os vossos amigos e peçam-lhes para votar na vossa frase, mas antes disso, para que o voto seja válido eles devem:
1º passo: fazer um like na página do We Love Food
2º passo: fazer um like na página do Azeite q.b
3º passo: fazer um like na frase favorita

Quem obtiver o maior número de likes na frase é o grande vencedor. PARTICIPEM!

Fiquem atentos ao blogue e ao facebook porque durante a semana iremos abrir-vos o apetite!








quinta-feira, 12 de julho de 2012

Aprenda com a Dra. Analisa: saiba mais sobre a maçã



Devido a sua facilidade de cultivo e não sazonalidade, a maçã é das frutas mais consumidas do mundo. Tem uma ampla utilização gastronómica, pelo que pode ser utilizada das mais diversas formas: compotas, em saladas, nos assados, como sobremesa.
Independentemente do tipo escolhido, a maça apresenta inúmeros benefícios para a saúde. Constituída por cerca de 85% de água, a maça auxilia na digestão, possui substâncias anti inflamatórias e cicatrizantes. Possui ainda vitaminas A, complexo B e C e sais minerais como o potássio, fosforo e magnésio.
As fibras presentes na casca, denominada pectina, potenciam a sensação de saciedade, um bom auxílio no controlo de peso e obesidade. Além da saciedade, as fibras da maça são um bom contributo para a função intestinal, assim como no auxílio da redução de doenças cardiovasculares. Além da pectina, a maça possui ainda os flavonoides e os polifenois, substâncias antioxidantes que protegem as células de danos causados pelos radicais livres, retardando o envelhecimento protegendo o organismo de uma série de doenças.
Por isso, com tantos benefícios deve incluir a maça na sua alimentação diária podendo assim disfrutar de todas as suas propriedades e qualidades.

O melhor de dois mundos à mesa




Sempre que abro a porta da minha casa os meus convidados vestem a pele do bon vivant madeirense. Cá em casa respiram-se ares insulares. Quem nunca foi à ilha não conhece um dos sítios onde se come melhor em Portugal. No top dos meus favoritos estão aleatoriamente Trás-os-Montes, Madeira e Alentejo.
Assumi há meia dúzia de anos o meu fanatismo por Trás-os-Montes. Teve de ser. Quando pisei aquelas terras, foi amor à primeira vista. Um amor correspondido. Receberam-me como se fosse um deles. Acho que se eu não fosse madeirense, só podia ser transmontana. Não me vejo noutro registo. Talvez por ser uma terra de gentes que se parecem muito com as gentes da minha terra. Gente que sabe viver e comer como manda a lei. Gente que dá sem estender a outra mão à espera de receber. Gente que partilha tudo o que tem e não faz mais porque não pode. Gente como eu gosto. Gente que honra tradições e costumes. Gente que é gente. Gente que não tem vergonha do que são, nem de onde pertencem. Sem pretensões, são assim só porque sim e porque não sabem ser de outra maneira.
No que toca a iguarias uma pessoa dá em gorda sem se aperceber. É impossível desdenhar a típica alheira de caça e os chouriços e a família toda dos enchidos e eu sei lá mais o quê. Os pastéis de Chaves são de ir às lágrimas. O azeite é tão saboroso que só apetece molhar no pão e lambuzar-me toda. O folar de Valpaços é o pecado em forma de alimento. A feijoada é de comer até de olhos fechados para saber melhor. Lá, tudo é de bradar aos céus. Pensar em Trás-os-Montes e sentir água na boca é tão natural como a nossa sede. O cérebro entra em colapso e abrem-se as portas da imaginação. Devíamos poder fechar os olhos. Pedir. Estalar os dedos. Abrir os olhos. Sentir o peso da alegria e da sua liberdade condicional. Ver que aquilo que estávamos mesmo a precisar, é aquilo que está precisamente diante dos nossos olhos. Para pessoas como eu, bons garfos, bons vivants, este exercício podia repetir-se vezes sem fim. Do "penso logo existo", passávamos para o "penso, logo tenho". E plim, um dia mau podia ser sempre compensado por uma mesa atafulhada de comidas transmontanas.
No reverso da medalha está a Madeira. Linda que só ela. Minha. Imaginá-la é visualizá-la em forma de bolo do caco com manteiga de alho. Consigo viajar mentalmente por tudo aquilo que me faz perder a cabeça à mesa. É a espetada. São os filetes de espada. É carne de vinho e alhos. São as cavalas com molho de vilão. É o milho frito. É o atum. É o pão caseiro de batata doce. São as broas de mel. São as lapas. É a poncha. Tudo isto num bocadinho de terra plantado no oceano atlântico. Agora, imaginem, como é que seria juntar o melhor de duas terras?
Hoje deixo-vos ainda uma pequena nota de reflexão:
A vida devia girar à volta dos pratos. Era simples. As pessoas eram mais felizes. Às vezes pergunto-me se as pessoas que não gostam de comer são felizes. Felizes à séria. Será que levam a felicidade à letra? Uma por uma? É impossível ser-se feliz sem usufruir do prazer que é comer. Há pessoas que comem só porque têm de se aguentar em pé. Não sabem retirar o que há de bom em cada um desses momentos. Numa altura em que somos bombardeados diariamente por programas de culinária na televisão, é difícil não prestarmos atenção a um dos temas que mais une as pessoas. É mesmo o único motivo que faz com que as pessoas se sentem à volta de uma mesa.
Aproveitem e sejam felizes no norte, no centro, no sul, nas ilhas. Não interessa onde. Um bom prato de comida e uma boa conversa são as únicas coisas que precisa para o momento ser perfeito.
Mafalda Ramos







Fotografia: Danny Ivan

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Crepes simples




Às vezes sabe bem cozinhar mesmo quando não sabemos muito bem por onde nos aventurar no mundo das sobremesas. Para quem não tem experiência, mas tem muita vontade aqui fica uma ideia fácil e prática (uma vez que o mais provável é ter estes ingredientes todos em casa). Boas aventuras gastronómicas!!!
 
Ingredientes


3 ovos
100g de farinha
200 ml de leite
50 gramas de manteiga derretida
Sal q.b.
Oléo q.b.


Preparação

Parta os ovos para uma tigela e depois de colocar um pouco de sal comece a batê-los. Vá batendo sempre, ao mesmo tempo que vai colocando, lentamente, a farinha, o leite e no final a manteiga derretida.
Se não estiver tão homogénea quanto se espera passe o preparado por um passador. Depois disso, tape com um pano e deixe descansar durante cerca de uma hora.

Leve uma frigideira anti-aderente ao lume e pincele com um pouco de óleo. Quando estiver quente deite sobre ela uma concha de massa de modo a não criar bolhas.
Deixe cozer o crepe em lume médio ate se descolar nas pontas, vire e deixe cozer mais um pouco.
Repita este procedimento para a restante massa. 

Nota: Pincele a frigideira depois de fazer quatro crepes e assim sucessivamente.

Sugestão: Acompanhe com chocolate derretido ou doces variados, se preferir abusar dos doces. No caso de ser "uma pessoa dos salgados" sugerimos uma fatia de fiambre e outra de queijo. Saboroso para um lanche!



segunda-feira, 9 de julho de 2012

Aprenda com a Dra. Analisa: saiba mais sobre o ovo



Apontado como a “bomba” do colesterol, o ovo possui na sua constituição 215mg de colesterol. Uma vez que o consumo diário de colesterol é de 300 mg é verdade que o ovo contém uma elevada quantidade. Contudo, apenas 1/3 desse colesterol é absorvido pelo organismo. O aumento de colesterol no organismo deve-se essencialmente ao consumo de gorduras saturadas presentes em carnes vermelhas, enchidos, fumados, manteiga, leite gordo.
Nutricionalmente, o ovo contém quantidades apreciáveis de vitaminas A, D, E e do complexo B e minerais como o ferro e o fosforo. Além disso, é um alimento rico em proteínas de alto valor biológico.Constatando tal facto passou-se a dar mais importância ao valor nutritivo que apresenta. Além de saboroso é de baixo custo e indispensável em qualquer cozinha. Utilizado tanto em pratos doces como salgados, o ovo pode ser consumido de diversas formas: cozido, mexido, omelete, escalfado.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Quiche número 1



Hoje resolvemos fazer uma experiência. Não que seja alto transcende, mas ainda assim foi a nossa primeira quiche. Não poderíamos deixar passar em branco este acontecimento nem quisemos copiar receitas e fora a base e o creme, que são tradicionais, o resto foi pensado por nós. Como já era tarde para nos pormos com grandes invenções usámos a massa quebrada já feita.

Ingredientes
Um rolinho de massa quebrada  
2 dl de natas
2 dl de leite
Queijo ralado
3 ovos
Sal
Uma colher de sopa de farinha
6 fatias de bacon
8 tomates cherry
Um alho francês (somente a parte branca)
Uma lata de cogumelos

Modo de preparação
Pré-aqueça o forno a 180 graus.
Comece por tirar a massa quebrada do frigorífico e deixe-a cá fora 10 minutos antes de abri-la e coloca-la na forma bem esticadinha. Pique a massa com um garfo. Misture os ovos, as natas, o leite, a farinha e uma pitada de sal a gosto. Mexa bem e acrescente o queijo ralado. Entretanto parta o alho francês bem fininho, pique os cogumelos, parta o bacon aos quadradinhos e os tomates cherry em quatro partes.
Ponha estes ingredientes em cima da massa e acrescente o creme, espalhe para que fique homogéneo. Leve ao forno durante 45 minutos. Acompanhe com salada mista.