quinta-feira, 28 de junho de 2012

Vamos montar uma barraca de farturas em casa



Todos nós sabemos que há coisas que não fazem nada bem, mas isto não nos impede de comê-las e ficar a lamber os beiços depois. E realmente qual seria a vantagem desta vida se não cometêssemos umas loucuras de vez em quando? Não há barracas de farturas todo o ano nem ao virar de qualquer esquina, por isso quando o desejo apelar gordura podem sempre fazer os vossos próprios churros em casa. Esta receita faz-me lembrar as minhas tardes de estudo dos 13 anos em que fazíamos tudo menos estudar e uma dessas coisas era fazer churros.

Ingredientes
2 Chávenas de chá de água
1 Colher de sopa de óleo vegetal
2 Chávenas de chá de farinha de trigo
3 Ovos
2 Colheres de sopa de açúcar
1/2 Colher de chá de fermento em pó

1 Pitada de sal
Canela

Leve a água com o sal e o óleo vegetal ao lume. Quando ferver, junte a farinha e mexa com força com uma colher de pau até obter uma massa homogéneaRetire do lume e deixe arrefecer. 
Acrescente um ovo de cada vez e mexa bemPonha o óleo a aquecer. Se tiver, coloque a massa num saco de pasteleiro. Caso não tenha faça como nos fazíamos nas tardes de estudo, forme as espécies de “cobrinhas”com as próprias mãosFrite dos dois lados e coloque numa travessa. Polvilhe com açúcar e canela misturados ou com açúcar em pó.

Aprenda com a Dra. Analisa: saiba mais sobre o morango




MORANGO
A suculência e a cor vermelha fazem do morango uma fruta extremamente deliciosa, refrescante, muito nutritiva e utilizada nos mais variados pratos. Oferece inúmeros benefícios e muito poucas calorias. É uma fruta com apenas 29 calorias por 100g, rica em cálcio, magnésio, fosforo e potássio, assim como valores apreciáveis de vitamina A e C.
O consumo do morango está associado à prevenção de algumas doenças, como arteriosclerose, excesso de ácido úrico, prisão de ventre, hemorroides, entre outras. Além disso, os morangos são tonificantes, diuréticos e ainda têm efeito laxante.
Um aspeto muito importante é a forma como armazena e higieniza os morangos. Deve conservá-los no frigorífico, de preferência não os armazene cortados, pois há perda de nutrientes. Deve haver uma higienização adequada uma vez que se trata de um fruto rasteiro. Além disso, o morango é um fruto delicado, pelo que o manuseamento deve ser o mínimo possível.

quarta-feira, 27 de junho de 2012




No We love food gostamos de partilhar bons resultados e soluções simples. Hoje mostramos uma solução rápida para uma sobremesa nas suas festas de Verão. A dica foi da Ritz e depois de experimentarmos só podemos partilhá-la porque é deliciosa.
 
Mousse rápida da Ritz

Ingredientes
2 Pacotes de natas bem frescas
1 Pacote de leite condensado
Sumo de dois limões
Raspas de um limão

Preparação
Bata as natas até ficarem consistentes *. Misture o leite condensado. Depois de envolver bem, acrescente o sumo de limão e as raspas. Decore com folhas de ortelã ou fruta da época. Leve ao frigorífico por duas horas, no mínimo.
 
*Importante: as natas devem ter estado no frigorifico, pelo menos, 6 horas antes de batê-las.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Ratatouille cremosa de caril




Esta foto foi tirada num daqueles dias em que o frigorífico está cheio de ingredientes que exigem ser cozinhados, ser misturados e ser abusados por uma pitada de imaginação. Beringela recheada com vegetais e molho de caril, uma mistura de várias receitas mas que resultou bastante bem, modéstia à parte!
Tenho tentado manter actualizado um foto-facebook-blog-Parisiense sobre esta minha nova aventura pela Cité de l'Amour e quando não há inspiração para mais nada, a comida é sempre a salvação! Tinha uma beringela, tinha pimentos e cogumelos, tinha iogurtes e caril... Et voilá!
Foi um daqueles dias estafantes, mas quando dei por mim, era meia-noite e estavaempolgadíssima a fotografar o resultado final.

Um beijo desde Paris,

Joana Magalhães
 
Ingredientes
 
1 Beringela
½ Cebola
1 Dente de alho
½ Pimento vermelho
½ Pimento verde
Feijão verde
Cogumelos
1 Iogurte natural cremoso (eu não tinha cremoso, mas acredito que resultasse melhor)
1 Colher de chá de caril
1 Colher de sopa de azeite

Preparação:

1. Coza a berinjela e o feijão verde numa panela com sal a gosto 
2. Depois de cozida, mergulhe-a em água fria
3. Corte a beringela no sentido longitudinal, retire o miolo e reserve
4. Coloque numa panela o azeite e refogue o alho e a cebola
5. Adicione os vegetais (incluindo o recheio da beringela) ao refogado
6. Junte o iogurte e o caril e deixe cozinhar por uns minutos
7. Recheie a beringela com os vegetais
Opcional: Levar ao forno a gratinar com queijo.



segunda-feira, 25 de junho de 2012

Em modo: Solstício de Verão




Agora que o termómetro finalmente disparou e o Verão já começa a dar o ar da sua graça um pouco por todo o território continental, há todo um mundo carregadinho de motivos para nos virarmos para as comidas leves e fresquinhas.
Comer é o meu verbo preferido e nem o Verão me faz mudar de ideias. Para mim o Verão é muitas coisas. É quando os panachés gritam por mim nas esplanadas dos miradouros. É quando os caracóis põem os pauzinhos ao sol e lançam o ar mais sedutor de sempre para o lado de fora da vitrina, na tasquinha mais catita de Alfama. É quando as saladinhas me piscam o olho. É quando mais abuso no peixe e não dispenso os grelhados. É quando fico viciada em sumos naturais. É quando, numa versão mais calórica, não dá para fazer de conta que os gelados não existem. É quando mais do que nunca o lema passa a ser "um cornetto por dia, nem sabe o bem que lhe fazia". Podia ficar aqui a enumerar uma lista infinita de coisas que fazem despertar em mim o "Alerta Verão". Mas realmente, para mim, é Verão porque consigo sentir a minha idade a passar para o dígito seguinte.
Esta é a estação que me viu nascer e esboçar os meus primeiros sorrisos gengivais. É a estação que viu todos os meus bolos de aniversário. É a estação que me viu a aprender a nadar sem braçadeiras aos três anos. É a estação que me viu ser princesa durante vinte e três anos, sempre no dia treze de agosto. Não há como não adorar este período do ano. Temos uma relação muito cúmplice. Passamos o ano todo a ansiar pelo reencontro que nunca tem dia certo, nem hora marcada para acontecer. Aprendemos a viver com o "é quando tiver de ser".
Nesta época a predisposição para fazer exercício físico ao ar livre esmaga a preguiça. E lá vou eu sacudir calorias. Uma coisa é certa, o calor é o apêndice desta estação. Digo isto porque é preciso muito jogo de cintura quando vestimos a nossa melhor indumentária de desporto para percorrer os quilómetros prometidos e para enfrentar um final de tarde "bafento", atormentado por um calor ainda gosmento. Maldita forma de colmatar as facadinhas que dou na pseudo dieta. Vou tapando o sol com a peneira, rezo para o meu corpo não dar de si, depois a minha consciência não resiste e já sem forma de fugir, vejo-me obrigada a ir correr.
Nem tudo é mau. Desengane-se quem pensa que o Verão não traz benefícios na manga. Traz e eu até vos posso confidenciar alguns. Os dias são mais longos. Podemos andar descalços - quando digo isto esboço sempre um sorriso. As peles ganham vida ao vestirem a capa douradinha, dando, assim, um aspecto mais saudável. As pessoas guardam o ar sisudo numa gaveta lá de casa e enchem-se de boa disposição. Arrisco dizer que as pessoas ganham um brilho especial. Andam menos exigentes. Uns metros quadrados de areia e um bocado de mar são suficientes para arrancar a alegria escondida no peito das pessoas. Para os mais afortunados, é a época mais propícia à realização de viagens. Eu como não hei-de fazer nenhuma a sério este ano, aquilo que mais se vai aproximar de uma viagem é o trajecto Lisboa-Funchal que faço, com frequência, há seis anos. Já aquilo que mais se poderá assemelhar a uma aventura são as idas ao supermercado. 
O que mais me irrita no Verão é ver os protectores solares a preço de ouro e olhar para as capas de revistas e ler coisas como "Gostava de ficar com um bronze invejável?". Sim. Mas para isso teria de ir morar para a praia durante três meses, tendo em conta o meu tom de pele "branco mais branco não há". Nem com sumo de cenoura isto vai lá. Tenho de penar uma semana ao sol, com horários rígidos, para ficar três dias com um bronze que depois vai para o espaço. E ando neste toca e foge durante meses. Não dá para mim. Eu já desisti. A grande custo lá vou superando estes dissabores da vida. Já deu para perceber ao longo dos anos que eu nunca vou ficar com um bronze tipo bolacha Maria torrada, mas contento-me com um bronze tipo casca de amendoim. Aquele bronze deslavadinho. Lindo que só ele. O único benefício é a pele não envelhecer tão rápido - isto não são só más notícias. É bom pensar que aos quarenta ainda posso ter uma pele de pêssego. 
Bom, mas este ano ando mais preocupada com o meu modus operandi. Há todo um plano de ataque para traçar que vai de Julho a Setembro e como sempre nunca penso nisso com antecedência. Para já tenho poucas coisas em mente. O primeiro passo é enfiar-me dentro do bikini novo. O segundo é fingir que não estou chateada por não ter perdido os quilos que desejava. E o terceiro é tomar o primeiro banho de água salgada do ano.
Do We Love Food para o mundo, declaro que está oficialmente aberta a época balnear e a corrida às praias mais bonitas de Portugal. Juntem o útil ao agradável e sejam felizes numa esplanada à beira-mar. Vem sempre a calhar.

Mafalda Ramos

Arroz de frango no forno‏




Hoje partilhamos convosco uma receita que temos feito imensas vezes porque é deliciosa. Os amantes de arroz de pato vão adorar e os que não gostam desta ave também. A receita é da Dona I. e tem dentro de si, além de muito sabor a mestria que só a experiencia pode trazer na cozinha. Receita para 4 pessoas

Ingredientes

Uma caneca e meia de arroz agulha
1 frasco de azeitonas verdes sem caroço
2 chouriços
3 peitos de frango grandes ou 4 se forem mais pequenos
Azeite
Sal
Alho em pó
Água
2 folhas de louro

Modo de preparação
Coza o frango em água e 2 folhas de louro. Quando estiver cozido retire e desfie. Reserve. Corte as azeitonas e o chouriço em pedaços pequenos, reserve. Numa panela coloque o azeite e o arroz. Deixe cozinhar e vá mexendo até ficar translucido. Quando estiver, acrescente o dobro do arroz em água fria (muito importante: a água deve ser fria porque vai ajudar o arroz a ficar mais solto - ensinamento da Dona I.). Mexa e acrescente alho em pó e sal a gosto. Deixe cozinhar até ferver. Depois acrescente o frango desfiado, as azeitonas e o chouriço. Retifique o sal. Deixe cozinhar, mexendo de vez em quando até desaparecer a água. Desligue e tape a panela para o arroz ficar ainda mais seco. Coloque num tabuleiro e leve ao forno por 25 minutos ou até estar com um aspecto douradinho em cima. Acompanhe com salada verde ou mista.



domingo, 24 de junho de 2012

Camembert no microondas




Quando convido amigos para jantar nunca penso nas entradas muito a fundo e tento sempre focar-me mais no prato principal. Mas a verdade é que há sempre pessoas com mais fome que outras e, por isso, é sempre bom ter alguma coisa para petiscar enquanto se espera pela refeição principal. Aqui fica uma dica que uns amigos me ensinaram num desses jantares.

Camembert no microondas

Ingredientes
Um queijo camembert da marca que mais gostarem
Metade de um alho francês (a parte branca)
Mini tostas

Preparação
Corte o alho francês em rodelas muito finas. Coloque-as em cima do queijo e leve ao microondas até este derreter e ficar em creme.
Sirva em mini tostas. Ou pode optar por torrar pão que já tenha em casa há alguns dias e usar para servir esta entrada.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Legumes no forno



 
Às vezes é natural que nos fartemos sempre dos mesmo acompanhamentos. Arroz, batatas, massa, massa, batatas fritas, arroz de bla bla bla. Apresento-vos uma alternativa para quem não precisa de estar de dieta, mas gosta de variar. Legumes no forno. É bom até para quando deixámos legumes perdidos no frigorifico e não queremos fazer sopa.
 
Vamos precisar de:
 
1 courgette
2 cenouras médias
1 cebola grande
2 tomates
1 pé de bróculos
1 beringela
azeite
sal
oregãos
 
Parta tudo em pedaços pequenos (como na imagem). Regue um tabuleiro com azeite e coloque todos os legumes lá. Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus durante 30 a 40 minutos.
 
Fica delicioso.


Aprenda com a Dra. Analisa: saiba mais sobre o tomate



O tomate possui características únicas pelo simples facto de, ao mesmo tempo, ser um fruto, um hortícola e um tempero.
É rico em licopeno (pigmento responsável pela sua tonalidade avermelhada), uma substância com poder antioxidante que  retarda o envelhecimento e protege contra alguns tipos de cancro. Além de licopeno, o tomate contem vitaminas A, B e C, minerais com o fosforo, ferro e potássio.
O seu elevado teor em água e o baixo valor calórico fazem dele um alimento muito interessante a nível nutricional. Graças ao seu elevado conteúdo em água faz com que seja um excelente hidratante e um alimento típico do Verão. Como em qualquer hortícola, o colesterol está ausente.
O tomate é ingrediente nas mais variadas receitas, como: sopas, estufados, guisados ou saladas. O seu ligeiro sabor amargo e ácido confere um toque característico aos pratos que integra.


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Uma garfada de amor





     Garfo é o meu nome do meio. Pouca gente sabe e o meu B.I. insiste em ocultar esse facto. Na verdade, adoptei-o assim que entrei para a faculdade, corria o ano de 2006. Até tal data nunca fui muito dada ao infinito universo da culinária. A comida piscava-me o olho, sorria, lançava o perfume e eu dava sempre parte fraca. Éramos boas amigas, mas nunca fomos daquelas que confidenciam todos os segredos. A nossa relação sempre foi diária, nunca cortámos relações nem rejeitei a sua presença. Fui sempre uma criança, adolescente e agora mulher feliz e bem resolvida com a comida. Se alguma vez tivesse o dedo a apontar era ao facto de eu ter de passar a vida a controlar bem o que como, porque a balança não dá tréguas e isso chateia-me. Daí que a minha relação com balanças nunca foi tranquila, andamos sempre às turras e se há coisa que nunca sinto vontade de comprar é uma dita cuja. Vou antes comprar um saco de cerejas e esqueço este braço de ferro que teimo em perder sempre.
     Ainda sobre a comida. Dada a minha entrada para o ensino superior estreitamos os laços e aí sim começámos a tratar-nos por tu. Diziam-me sempre "vais viver sozinha, não vais ter paciência para cozinhar, vai ser sempre a despachar, as latas de atum, os ovos e as salsichas vão passar a fazer parte da tua ementa diária". Claro que não dispenso uma massinha de atum, é a comida oficial dos estudantes, mas a minha... a minha quem prova fica fã, não é uma coisa deslavada. Se é para fazer temos de caprichar. Ora, fiz-me dona e senhora dos tachos lá de casa. Ensinei algumas amigas a cozinhar. Vinham sempre com as mesmas dúvidas. Quantas chávenas de água para 1 de arroz? Elas também me ensinaram algumas coisas e entre esta troca fomos apurando o gosto pela culinária e arriscando a cada jantar que fazíamos. Mais uma pitada de sal, outra de caril, açafrão e a coisa estava controlada.
     Já ia com umas luzes quando fui viver sozinha, sabia o básico e a partir daí era sempre a inventar. Era sempre sucesso garantido. Nos jantares de treze pessoas o fogão era meu e isso dava-me um gozo desgraçado. Isso envaidecia-me, gostava do "hummm isto está mesmo bom" - caras felizes e a noite estava ganha. 
     Nisto da cozinha, é preciso amor, criatividade e dedicação e hoje é sempre um bom dia para experimentar uma receita nova, adaptá-la ao que mais gostamos e dar. Porque cozinhar só faz sentido se pudermos dar. Dar um pouco de mimo. Dar um pouco de felicidade. Dar um pouco de conforto às barrigas inquietas. Dar prazer. E o ingrediente fundamental tem de estar lá sempre - 1gr de nós mesmos. Depois é só esperar e saborear as reacções de quem mais entende disto - os nossos amigos.

     Mafalda Ramos

Empadão de frango




Há dias descobri que o Pingo Doce não pica carne de frango. Queria fazer o empadão de frango e assim vi a tarefa complicada. Entretanto na secção das carnes embaladas encontrei uma caixinha de carne de frango picada com o peso de 500 gramas. O jantar ia ser para duas pessoas, mas já se sabe como é aqui. Aparece sempre mais alguém e a máxima do “onde comem 4 comem 7” aplica-se.
Apareceu mais um convidado e por isso a receita que vos apresento pode dar para 4 pessoas ou para 3, depende se alguém quiser repetir.

Empadão de frango bem rapidinho

Ingredientes

Uma caixa de frango picada de 500 gramas
Uma cenoura média
Uma cebola
2 dentes de alho
Dois pacotes de puré instantâneo
Uma lata de cogumelos
Polpa de tomate a gosto
Orégãos
Pimenta preta
Azeite
Sal
1 ovo

Modo de preparação

Refogue a cebola no azeite até ficar translucida. Junte o frango picado e deixe refogar até ficar douradinho. Acrescente a polpa de tomate, um pouco de água, cenoura ralada e os cogumelos. Tempere com sal, orégãos e pimenta a gosto. Deixe cozinhar em lume brando. Enquanto isso, faça o puré (todas as instruções estão na embalagem). Num tabuleiro ponha uma camada de puré, outra de carne e por fim novamente uma de puré. Bata um ovo e pincele por cima. Leve ao forno a 180 graus até ficar coradinho. Sirva com uma salada de alface e tomate.

Ficou delicioso e é uma boa alternativa para quem prefere as carnes brancas. Depois contem-me como correu a vossa experiência.


Vitória na Despensa





No We love food é tradição, quando alguém faz anos é dia de fazer bolos. Ora e se for domingo e não houver grande coisa na despensa?
De certeza que já vos aconteceu pensar em fazer um bolo de última da hora e não terem grande coisa em casa. Ainda por cima os domingos são uma chatice para ir passear para supermercados. Assim sendo, e visto que a Diana merecia o meu melhor, lá dei uma vista de olhos pelos livros de culinária e pensei num pão-de-ló, mas não tinha farinha auto levedante o que implicaria ter um bolo a crescer menos do que o esperado. Mesmo assim arrisquei. Esqueci-me de um ovo, mas o resultado foi bom (palavras dos convidados). Por isso coloco aqui a receita exactamente como a fiz. O que era para ser um pão-de-ló acabou por ser uma saborosa base de tarte. Na decoração decidi homenagear a vitória da selecção nacional contra a Holanda. Ok, admito. Usei o que tinha no frigorífico e como eram as cores da bandeira decidi chamar-lhe:
Bolinho da Diana e da vitória nacional
Ingredientes
2 ovos
175 gr de açúcar amarelo
175 gr de manteiga (para derreter e untar a forma)
175 gr de farinha
Uma colher de chá de fermento
Um pacote de natas
1 pêssego
10 morangos
1 kiwi
2 colheres de chá de açúcar
Doce de framboesa ou morango
Modo de preparação
Pré-aqueça o forno a 180 graus. Derreta a manteiga. Bata os ovos e junte o açúcar. Mexa e acrescente a farinha e fermento. Mexa bem novamente e acrescente a manteiga. Das 175 gramas de manteiga reserve o suficiente para untar a forma redonda. Unte e coloque a massa na forma. Leve ao forno por 25/30 minutos. Depois de verificar se está cozido retire e deixe arrefecer.
Cobertura:
Bata um pacote de natas (é fundamental que tenham estado pelo menos 6 horas no frigorifico) com duas colheres de chá de açúcar. Parta o pêssego, os morangos e o kiwi em pedacinhos muito pequenos e reserve. Cubra o bolo com as natas e faça um fiozinho à volta com o doce. Coloque os frutos em cima e voilá.
Pode não ter sido muito elaborado, mas foi feito com amor (a máxima aqui no We love food).